Sempre tenho conversado com os alunos sobre robôs. Principalmente ao discutirmos sobre mudanças no ambiente demográfico como o aumento da longevidade e propriamente no ambiente tecnológico, quando tratamos das novas tecnologias.
Ao discutirmos isso em sala, sempre peço para as pessoas se perguntarem por que o fetiche dos japoneses pelos robôs? Por que a insistência em criar um robô humanóide? Fazer um robô andar como um ser humano, ou seja, um bípede é muito complicado, não é mesmo? Então, por que tudo isso?
Na minha opinião, o Japão enfrenta um desafio enorme: A maior expectativa de vida de um país é a japonesa, cerca de 82 anos. Um país que apesar de pequeno possui uma população de mais de 120 milhões de habitantes. Se esta é a média, não é de se espantar que temos muitas pessoas acima dos 100 anos. Em função disso, teremos uma pressão muito grande na previdência social de países com este perfil, pois teremos cada vez mais pessoas aposentadas e menos pessoas na força de trabalho. Veja aqui uma previsão para o Brasil em 2035. Uma das soluções será aumentar a idade mínima para aposentadoria.
Teremos então um quadro onde uma mãe ou pai que teve seu filho aos 30 anos, quando chegar aos 100 anos, terá seu filho de 70 possivelmente trabalhando e sonhando com sua aposentadoria ainda não conquistada. Quem cuidará deste pai ou mãe. Na minha opinião serão estes robôs japoneses. Vejam este curta-documentário da Honda apresentado no Sundance Film Festival em 22 de janeiro deste ano. O que você acha disso tudo?
quinta-feira, 4 de março de 2010
Robôs como solução para longevidade
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Renato Jannuzzi Cecchettini
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segunda-feira, 1 de março de 2010
Cozinha dos Jetsons é coisa do passado!
Recebi isso do Blog Comunicadores. Quem se lembra de Jane Jetson preparando o café da manhã? Pois este conceito apresentado pela Electrolux supera de longe todo aquele apertar de botões. Para maiores informações, clique aqui.
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Renato Jannuzzi Cecchettini
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11:16
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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Tendências 2014
Como de costume no começo do ano, década ou qualquer período uma série de previsões são descritas, estudadas, discutidas e algumas esquecidas. Inclusive, se houver interesse em acompanhar previsões sérias na área de tecnologia e seu impacto na vidas das pessoas basta procurar informações sobre Ray Kurzweil (veja este vídeo TED), já mencionadas aqui em posts anteriores.
E de uma maneira mais local, dessa vez publico aqui as minhas. E para isso basta observar o que tem acontecido à nossa volta e tentar entender para onde caminhamos.
Tenho pensado em algumas delas, que devem começar ou até já começaram (como a tendência 3) e ficarão muito mais óbvias e perceptíveis para todos em pouco tempo. Penso que estas tendências podem ser consideradas realizáveis nos próximos 3 a 4 anos, portanto até 2014. Claro que são opiniões e portanto, afirmações positivas com receio da dúvida. E se alguém não concordar, por favor, que dê sua visão nos comentários deste post.
A meu ver existem as seguintes tendências no Brasil:
Tendência 1) Imigrantes legais e ilegais trabalhando na construção civil de pequeno porte e em trabalhos pesados ligados a ela;
Tendência 2) Mudança nos métodos construtivos das pequenas construções;
Tendência 3) Aumento da obesidade da população de baixa renda;
Tendência 4) Aumento da atuação de engenheiros estrangeiros no Brasil;
Existe na verdade uma ligação entre elas, que pretendo comentar nos próximos posts. Convido a todos para discutir estas tendências e apontar outras para identificarmos as novas oportunidades de negócio.
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Renato Jannuzzi Cecchettini
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13:17
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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Blog ou Twitter
O meu último post nest blog foi há quase um ano. Desde esta data eu tenho utilizado o Twitter como ferramenta principal de comunicação. Tenho trazido no @empresabilidade e no @renato_ESAMC vários assuntos interessantes.
Realmente, o Twitter é uma ferramenta muito rápida e direta, mas estou sentindo falta de um pouco mais de profundidade nos assuntos. Portanto, vou tentar aliar os dois: Blog + Twitter e ver no que dá. O espaço continua aqui para o comentário de todos vocês.
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Renato Jannuzzi Cecchettini
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sábado, 16 de maio de 2009
Empresabilidade no Twitter

Acompanhando a tendência dos microblogs o Empresabilidade agora está no Twitter. Siga pelo endereço www.twitter.com/empresabilidade.
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Renato Jannuzzi Cecchettini
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terça-feira, 12 de maio de 2009
De volta...
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Renato Jannuzzi Cecchettini
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quarta-feira, 12 de novembro de 2008
ExpoManagement 2008 – Muhammad Yunus
É interessante como o mundo esta mudando com a influência dos países emergentes. Muhammad Yunus é prova disso. Garoto pobre nascido em Bangladesh conseguiu um PhD em economia pela Vanderbilt University em 1969, nos Estados Unidos. Em 1976 lança o Garmeen Bank, banco que através do microcrédito financia o desenvolvimento de famílias pobres na India. Parece pouco, mas após receber o Prêmio Nobel da Paz em 2006 seu projeto ganhou notoriedade. Sua intenção é acabar com a pobreza em Bangladesh. Yunus falou da dificuldade que foi o início, oferecendo crédito para mulheres, quando elas não aceitavam, pois não sabiam trabalhar com dinheiro ou até nunca tinham colocado a mão em dinheiro, sendo esta uma tarefa masculina para elas. Segundo Yunus, era a história delas que fazia com que elas não aceitassem o crédito. Pequenas mas importantes decisões, como considerar o crédito um direito humano básico ou dar máxima prioridade aos que nada possuem colocam este projeto como uma mudança em conceitos econômicos. Se o banco é bem sucedido? Está bem melhor que o Lehman Brothers.
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terça-feira, 11 de novembro de 2008
ExpoManagement 2008 – Clayton Christensen
Clayton Christensen, autor de cinco best-sellers sobre novas tecnologias fez uma palestra bastante interessante sobre Inovação de Ruptura. Segundo Christensen a ruptura deve buscar produtos que busquem os não-clientes. Por serem clientes menos sofisticados aceitam produtos mais simples e mais baratos. Como exemplo ele usou o setor de televisores e rádios de mesa dos anos 50 que utilizavam tecnologia de válvulas ao invés de transistores. As empresas que fabricavam aparelhos auditivos desenvolveram a tecnologia que chegou aos rádios de bolso e TV´s portáteis. Deste ponto elas evoluíram para as TV´s modernas. Nos anos 50 se os concorrentes tentassem desenvolver imediatamente uma TV com transistores não teria conseguido, pois os players da época eram muito mais fortes. Assim como Michael Porter, Christensen compartilha da idéia de Michael Porter, que não se deve competir na mesma categoria de produtos de setores já estabelecidos. Deve-se buscar a inovação de ruptura, que normalmente é simplificadora de processos.
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Renato Jannuzzi Cecchettini
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ExpoManagement 2008 – Maurício Botelho
O ex-presidente da Embraer, Maurício Botelho fez uma apresentação sobre a Gestão de Turnarund da empresa. Botelho mostrou como a empresa conseguiu se recuperar de uma situação difícil em 1994, com US$ 250M de receitas, prejuízo de US$ 330M e endividamento de mais de US$ 400M. A Embraer faturou no ano de 2007 um total de US$ 5.245M. Este case de recuperação da empresa foi muito interessante, pois uma empresa que nasceu nos anos 60 do esforço de alguns idealistas, teve que enfrentar seus problemas depois da privatização em dezembro de 1994. Em um mercado tão competitivo, com empresas fechando ou sendo adquiridas por outras, é de se admirar que ela tenha conseguido. Com uma mudança no portifólio de produtos e se apoiando nas suas potencialidades, hoje a Embraer é a 3ª maior fabricante de aviões, perdendo apenas para Boeing e Airbus. Excelente case de turnaround.
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ExpoManagement 2008 – Daniel Esty
Daniel Esty, diretor do Center for Business & Environment de Yale e autor do livro Green to Gold apresentou informações não tão novas assim, como as oportunidades para as empresas no mercado verde. A preocupação com as mudanças climáticas, escassez de energia, água, lixo e etc têm apresentado a oportunidade para algumas empresas criarem produtos e programas que visem atrair mais consumidores. A palestra pode ser resumida nas vantagens para uma empresa participante deste movimento verde: 1) Cortar Custos; 2) Reduzir riscos ambientais; 3)Aumentar faturamento e 4) Valorizar os ativos intangíveis, criando um relacionamento emocional com os clientes. Nada que já não saibamos de longa data.
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ExpoManagement 2008 – Henry Mintzberg
Com o título " A Arte, a Construção e a Ciência da Estratégia Corporativa" a palestra de Henry Mintzberg agradou bastante o público do ExpoManagement 2008. De início Mintzberg apresentou o conceito de que apesar de lidar com mudanças o tempo todo, nós estamos tratando de continuidade. Como exemplo ele cita o motor de combustão interna de um veículo, que basicamente continua o mesmo, apesar dos carros terem mudado. Quando fala sobre a criação de uma estrutura para a Gestão, Mintzberg leva em conta que deve haver um equilíbrio entre Arte (insights criativos), Ciência (Análise, comprovação sistêmica) e Construção (Aprendizado prático, ação). Analisando rapidamente os três estilos de gestão, percebemos que nós, brasileiros, somos muito mais voltados para Arte e Construção, enquanto os Norte-Americanos tendem mais para o estilo da Ciência. Uma apresentação inspiradora.
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ExpoManagement 2008 – Joseph Stiglitz
O Nobel de Economia de 2001 é um crítico do neoliberalismo. Assessor de Barack Obama, Stiglitz expôs sua visão de que os Estados Unidos, pelo tamanho de sua economia obviamente influenciam o mundo todo. E se eles exportaram crescimento econômico nestes últimos anos, chegou a hora de exportar também sua recessão. Os créditos podres realizados pelos bancos americanos foram "vendidos" aos bancos no exterior e agora aprecem as consequências. Tudo isso nós já sabemos, porém é interessante sua visão contrária aos fundamentalistas da economia de mercado. Stiglitz se pergunta quais foram os motivos que levaram o governo dos Estados Unidos a deixar que os bancos tivessem tanta liberdade. Liberdade que se revelou irresponsável, pois o tamanho do investimento para tapar este buraco é muito grande e se tudo for feito da forma correta ainda teremos mais 18 meses de turbulência. O economista, professor da Universidade de Columbia, vê como necessária a intervenção do Estado na economia como forma de se garantir a estabilidade e crescimento.
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segunda-feira, 10 de novembro de 2008
ExpoManagement 2008
Começou hoje em São Paulo a 8ª edição da ExpoManagement 2008, o maior encontro mundial de executivos. Este ano o evento organizado pela HSM conta com 2 prêmio Nobel, Joseph Stiglitz, Nobel de economia em 2001 e Muhammad Yunus, Nobel da Paz em 2006. Estarão também nesta edição Philip Kotler, Clayton Christensen, Henry Mintzberg, Jim Collins, Maurício Botelho - ex-presidente da Embraer, Jimmy Wales, Nassim Nicholas Taleb, Jeff Fettig, Daniel Esty, Stephen Covey e Scott McNealy. Durante os dias de evento postarei os comentários sobre as palestras do auditório principal. 
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terça-feira, 21 de outubro de 2008
Novos tempos, novos relacionamentos
Uma característica interessante entre as empresas envolvidas no Mobile Business são as diferentes situações de relacionamento entre elas. Neste primeiro dia do Fórum Mobile+, ficou claro que os novos tempos trazem a necessidade de se colocar cada vez mais dos dois lados do balcão. É muito comum um desenvolvedor de soluções vender serviço a uma empresa de software em um projeto e em outro projeto estas duas empresas inverterem as posições. Em outro caso as mesmas empresas podem atuar como concorrentes disputando o mesmo cliente. Você acha que isso já está ocorrendo, ainda está distante de acontecer ou não existe nenhuma possibilidade? Dê sua opinião! Poste seu comentário!
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Solução para transportadoras
Fábio Póvoa da Compera nTime apresentou um case bastante interessante de mobile solution hoje no Fórum Mobile+. A Transportadora Patrus tinha um custo alto com o controle de coleta e entrega de cargas, como qualquer transportadora. Todas as informações eram digitadas, para depois se imprimir os comprovantes para a entrega. Feita a entrega os canhotos eram devolvidos e as informações novamente digitadas. Isto fazia com que o processo todo fosse demorado e sujeito a falhas, deixando os interessados – remetente e destinatário – sem informações precisas e oportunas sobre a carga.
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Renato Jannuzzi Cecchettini
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Fórum Mobile+
Hoje começou o Fórum Mobile+ organizado pela Converge Eventos. A Converge também edita as revistas Teletime, TI Inside e Tela Viva. O primeiro dia contou com 4 interessantes painéis: 1) Roadmap para a Mobilidade Corporativa, 2) Mobile Office: Ferramentas para um Mundo Móvel, 3)M-CRM: Hora de integrar atendimento e celular e 4) M2M (Machine to Machine): O celular além das pessoas.Os painéis foram muito interessantes e contou com várias empresas do setor como as operadoras Claro, Vivo e TIM. Ainda outras empresas como Galileo, Spring Wireless, Neoris, Compera nTime, Mobile People, Abacomm e Supportcomm que oferecem Mobile Solutions para as primeiras empresas que estão adotando a nova tendência. Os painéis de hoje também contaram com a presença de empresas importantes da área de software e hardware como Oracle, Microsoft, Avaya e Motorola.
As novidades que veremos pela frente são muito interessantes. As possibilidades de novos negócios são inúmeras. Os desafios são maiores ainda.
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Renato Jannuzzi Cecchettini
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terça-feira, 7 de outubro de 2008
O Brasil de 2035
A consequência disso é a diminuição no crescimento da população, que segue uma tendência decrescente com uma projeção negativa a partir de 2030. Ou seja a partir de 2030 a população brasileira tende a diminuir.
Portanto, a pirâmide etária da população brasileira estará completamente diversa da atual em 2035.
A mudança é enorme! Como as empresas estão se preparando para a mudança no perfil da população? Com este estrangulamento nas faixa etárias menores, como sustentar a previdência dos que estão no meio da pirâmide (30 a 49 anos) nos 35 anos seguintes, ou seja, em 2070? Já postei antes assuntos sobre esta questão que podem ser lidos aqui e aqui.
E você? Em qual faixa da pirâmide estará em 2035? Já se imaginou? Eu pelo menos poderei parafrasear Napoleão e dizer: "Do alto desta pirâmide quase um século o contempla!"
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Renato Jannuzzi Cecchettini
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sábado, 4 de outubro de 2008
1 ano de empresabilidade
Hoje, 4 de outubro o blog empresabilidade está completando 1 ano. Neste período foram mais de 4.800 visitantes e muitas novas amizades. Agradeço a todos que tem contribuído com suas opiniões e informações sobre novos assuntos. Aguardem mais novidades neste próximo ano.
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Renato Jannuzzi Cecchettini
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quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Ainda o anúncio do iPhone
Apple: US$ 13,724 bilhões, 24ª posição no ranking mundial;
Claro: R$ 6,320 bilhões, 5ª posição no ranking da América Latina
Vivo: R$ 1,345 bilhões, 17ª posição no ranking da América Latina.
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1º Fórum Mobile + Mobilidade + Negócios
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Renato Jannuzzi Cecchettini
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domingo, 28 de setembro de 2008
Anúncios do iPhone
O anúncio do iPhone 3G das operadoras Vivo e Claro nas revistas desta semana chamam a atenção por um motivo: São praticamente idênticos. Isso mostra a força da marca Apple, que lança seu celular 3G no Brasil 3 meses depois do lançamento mundial. O celular se tornou um ícone. A força da Apple se mostra inclusive na única foto do anúncio que é exatamente a mesma. A diferença nos anúncios está apenas no texto com informações específicas de cada operadora.O lançamento no ano passado do iPhone em versão 2G fez com que o aparelho se tornasse o fetiche tecnológico que é hoje. Vale lembrar que até este anúncio ao lado não havia sido investido um centavo em propaganda aqui no Brasil. É um exemplo excelente de lançamento de produto.
O que podemos ver é que várias empresas estão anunciando que já possuem sites adaptados ao iPhone, como Itaú, Bradesco e agora Banco do Brasil. Nesta linha, os anúncios em revista são bem específicos. Já em comerciais de TV a citação é bastante sutil, apenas mostrando o iPhone com a tela do serviço oferecido. A não ser pela Claro e seu merchandising no Faustão, que hoje foi ostensivo, apesar dele ter chamado o aparelho várias vezes de Ipod 3G!
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Renato Jannuzzi Cecchettini
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sábado, 27 de setembro de 2008
4 bilhões de celulares!
Segundo notícia da Reuters a partir de um levantamento da UIT - União Internacional de Telecomunicações, órgão da Onu, até o final do ano teremos 4 bilhões de celulares no mundo todo. Com este número alcançaremos a densidade de 61 celulares para cada 100 habitantes. Este número em 2000 era de 12 celulares para cada 100 habitantes. O aumento está sendo maior nos países emergentes, mais especificamente os países do BRIC. Somados, os celulares de Brasil, Rússia, Índia e China chegam a 1,3 bilhão. No Brasil, segundo o site teleco.com em agosto a densidade era de 71,3 celulares por 100 habitantes. Este número será ainda maior no final do ano, já que a adição mensal de celulares está acima dos 3 milhões de linhas. Em agosto o número de celulares era de pouco mais 138,4 milhões segundo a Anatel. Isso mostra que as empresas não podem deixar de considerar o celular como ferramenta para desenvolvimento dos negócios. E terão que se adaptar a ele. E rápido.
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Renato Jannuzzi Cecchettini
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sexta-feira, 26 de setembro de 2008
O primeiro dia do iPhone
Hoje estive observando a resposta das empresas ao lançamento do iPhone e pude notar que algumas estão mais a frente que outras. O Itaú começou cerca de um mês atrás a sua campanha do iPhone e hoje inclusive as telas dos caixas eletrônicos tinham esta campanha. Não notei a mesma preocupação do Bradesco. Quanto aos sites da Claro e da Vivo, notei também sensíveis diferenças. Se você acessar o site da Vivo pelo iPhone, a página é a mesma que você teria acessando do seu computador. Isto dificulta a visualização, apesar de se poder ampliar a imagem ou virar a tela do iPhone. Já a Claro criou um site adaptado aos dispositivos mobile. Basta acessar http://www.claro.com.br/ pelo iPhone e você será redirecionado a este site. Inclusive com ícones cujo design é parecido aos do iPhone. Acessando pela Claro você pode ir aos sites móbile do Estadão, Folha OnLine, Veja, Globo Online, Exame e vários outros canais de notícias que possui menus adaptados ao aparelho. Ainda na página da Claro existe um ícone Blogs e o mais inusitado deles é o do Blackberry. Isto mesmo, o Blackberry da canadense RIM, grande concorrente do iPhone, está aproveitando o lançamento do aparelho da Apple no Brasil para divulgar a sua marca. Grandes cases de marketing para serem discutidos e analisados.

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Renato Jannuzzi Cecchettini
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quinta-feira, 25 de setembro de 2008
O iPhone chegou...
Finalmente após pouco mais de 1 ano chega ao Brasil o iPhone. Em sua versão 3G o iPhone chega aqui pela Claro e pela Vivo a preços mais altos que os dos Estados Unidos. Vamos acompanhar as informações e números sobre os primeiros dias e postarei aqui alguns comentários.
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Renato Jannuzzi Cecchettini
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quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Crescimento dos aposentados
Um problema que incomoda os gestores públicos e que só tende a crescer é como sustentar a aposentadorias no futuro. Com o aumento da expectativa de vida e redução da taxa de fecundidade dos casais uma situação complexa está a se desenhar. Escrevi um artigo para a ESAMC, que pode ser lido aqui, onde trato justamente da necessidade de aumento do investimento público em saúde que gerando o aumento da expectativa de vida colocará as nações diante do problema da previdência.Notícia do jornal Valor Econômico dá conta que o número de aposentados na União Européia irá duplicar em 50 anos. Portanto se hoje naquela região se tem quatro trabalhadores em idade economicamente ativa para cada pessoa aposentada, em 2060 este número cairá para dois trabalhadores para cada aposentado.
Podemos aqui apontar soluções rápidas para o problema. 1) Diminuição do valor pago nas aposentadorias; 2) Aumento da contribuição dos trabalhadores na ativa; 3) Aumento da idade mínima para aposentadoria; 4) Criação de novos impostos para cobertura do déficit da previdência. Nenhuma solução boa para trabalhadores. Nenhuma solução mágica.
Existem outras? O que você acha? Dê sua opinião!
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Renato Jannuzzi Cecchettini
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Tendências x Experiências
Esta semana participei de uma gravação do programa Unimed Cidade da Unimed Bragança Paulista, exibido semanalmente pela TV Altiora, uma emissora local, quando pudemos rapidamente debater sobre os impactos da inflação no dia-a-dia do cidadão e das empresas. Participaram como debatedores o advogado José Nantala Bádue Freire, o jornalista William Cardoso e eu. Mediados pelo apresentador Alessandro Sabella, discutíamos a inflação quando o jornalista William Cardoso citou o pós-guerra francês, quando o General De Gaulle limitou as parcelas dos financiamentos para compra de bens duráveis em 4 pagamentos. Tudo isso para conter a demanda em um país que estava se reconstruindo e com as dificuldades de anos de privação.Hoje ao ler o jornal Valor Econômico encontrei uma entrevista com o ex-presidente do Banco Central e sócio da Gávea Investimentos (leia aqui). Nesta entrevista Fraga coloca sua preocupação com financiamentos de automóveis em até 10 anos. Diz ele: "O consumo nunca foi âncora para o crescimento sustentável". Ainda: "Qualidade de educação, desenvolvimento de infra-estrutura, aumento da taxa de investimento. Isso é o que faz o país crescer de maneira sustentável". Podemos ver assim que as tendências são cíclicas e que as experiências - como a da França - com os eventos do passado podem nos ajudar a solucionar os problemas de hoje.
A questão do tempo no aprendizado com experiências anteriores – se eventos próximos ou distantes – pode ser muito relativa. Digo isso, pois Fraga ressalta que o Banco Central deve acompanhar se a expansão do crédito de longo prazo está acompanhada por um alongamento no prazo de captação dos bancos e a notícia ao lado no mesmo jornal (leia aqui) trata de bancos americanos e europeus que enfrentam um grande desafio. O desafio de pagar centenas de bilhões de dólares que tomaram no curto prazo antes do atual aperto do crédito. O problema já está sendo vivido hoje por vários bancos e poderá ocorrer com os bancos que não se organizarem.
Temos então dois exemplos de experiência com eventos passados que podem nos ajudar a solucionar os problemas atuais. Um de quase 60 anos e outro de um ano atrás. Por isso que além do domínio das novas técnicas de gestão, é preciso também muita experiência e conhecimento dos acontecimentos passados para que possamos minimizar os riscos na tomada de decisão.
Você concorda? Dê sua opinião!
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quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Blog da Vivi Pimenta
Gostaria de sugerir a vocês a visita a um novo blog. Viviane Pimenta, publicitária, consultora e professora da ESAMC lançou o Blog da Vivi Pimenta (blogdavivipimenta.blogspot.com). É um blog bem legal e que traz um post sobre Marketing de Experiência com fotos sobre ações de marcas como Honda, Bosch, Kia, Nestlé e Veja em Campos do Jordão. Vale a visita.
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segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Monteiro Lobato ou Peter Drucker? Qual você escolhe?
Recentemente li o livro O Presidente Negro de Monteiro Lobato. O livro foi lançado este ano pela Editora Globo. A primeira vez que tive contato com o assunto que trata o livro foi durante uma pós-graduação da FAAP, onde o professor João Lúcio Netto nos colocou em contato com esta obra escrita em 1926 e publicada em forma de folhetim no jornal A Manhã do Rio de Janeiro. O texto narra a parte mais interessante da vida de Ayrton, que sofre uma reviravolta após um acidente automobilístico no "manejo" seu tão idolatrado Ford. A partir deste ponto ele conhece a fazendo do professor Benson, um cientista. Lá o protagonista conhece a invenção deste cientista, o "Porviroscópio", aparelho que visualiza o futuro. Desta forma o professor e sua filha Jane são detentores de informações que são reveladas ao Sr. Ayrton. O que há de surpreendente nesta narrativa são fatos que ocorrem no futuro que – penso eu – seriam impensados para a época em que foi escrito. Professor Benson e Miss Jane revelam ao Sr. Ayrton que no futuro, não haveria mais trânsito intenso, pois as pessoas não mais se deslocariam até o trabalho, realizando-o em casa e "irradiando-o" ao escritório. Tem-se aí uma versão da Internet, bem definida para a época e lançada comercialmente nos anos 1990. Ainda traz o livro a tendência de que as pessoas não mais se deslocariam para espetáculos e teatros, pois seriam estes eventos que se deslocariam até as pessoas. Vê-se aí a versão da televisão, que surgiu algum tempo depois. O assunto central que aguça mais a curiosidade do sr. Ayrton é a eleição dos Estados Unidos no século XXIII, ano de 2228. Nela se dará a escolha pela população do seu 88º presidente, onde disputam o presidente Kerlog, a feminista Evelyn Astor e o representante dos negros, Jim Roy. O evento trata da divisão entre raças e entre sexo feminino e masculino. Mas não há como evitar a comparação entre John McCain, Hillary Clinton e Barack Obama. É fantástica a comparação. E Miss Jane ainda narra que o pleito nesta época é realizado em 30 minutos com a "irradiação" dos votos de cada eleitor de suas casas e concentrado no Capitólio. Uma possibilidade de evolução do voto eletrônico, já utilizado pela Justiça Eleitoral Brasileira. Recomendo a leitura deste livro, mesmo levando em conta que existem idéias racistas e eugenistas de fundo, com as quais não concordo. Mas vale pelo exercício de futurologia, ainda mais quando realizado em 1926. Já dizia Peter Drucker que a melhor maneira de prever o futuro é criá-lo e que a única coisa que sabemos é que ele será diferente. Mas é incrível como esta ficção traz informações que mais tarde se concretizaram. Me parecem mais devaneios levados ao extremo que criação propriamente dita do futuro. Mas qual é a sua opinião? O futuro se prevê ou o futuro é feito por nós? Pode postar seu comentário agora mesmo.
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Estou de volta...
Olá leitores, Depois de um bom tempo sem postar novos assuntos estou de volta à esta empreitada. O semestre passado foi mais atribulado do que pensei que seria, o que me desviou desta tarefa. Espero que os assuntos que tratarmos aqui sejam de interesse de vocês. Estou sempre à disposição de vocês para sugestões sobre o blog. Podem postar à vontade. Abraços a todos.
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Renato Jannuzzi Cecchettini
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domingo, 9 de março de 2008
Vem aí o EyePod
Seguindo a tendência da integração de equipamentos eletrônicos ao corpo, pesquisadores da Universidade de Osaka desenvolveram um controle remoto para o Ipod da Apple que funciona com – literalmente – um piscar de olhos. Um sensor detecta o movimento dos músculos temporais, que movimentam as pálpebras. Esta é uma pequena amostra do Manual de Instruções: Um segundo com ambos os olhos fechados: ON; Novamente um segundo com os olhos fechados: OFF; Piscar com o olho direito: Passa para a próxima música; Piscar com o olho esquerdo: Volta o início da música; A partir desta tecnologia você pode imaginar o que virá por aí.
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Renato Jannuzzi Cecchettini
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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
CarnaViral 2008
Não tenho a intenção de focar este blog especificamente no Marketing Viral, mas vou continuar no assunto do último post. E como o assunto de fevereiro é Carnaval, venho aqui trazer mais um assunto para discutirmos.Não há dúvida que um desfile de Escola de Samba – do Rio de Janeiro principalmente – atrai a atenção de um público muito grande. Não só das arquibancadas e camarotes, mas também da audiência da TV. Porém, o tempo do espetáculo se resume a 80 minutos. E isso é pouco se pensarmos no tempo de produção de um desfile. Nos últimos anos as escolas de samba estão sabendo criar uma expectativa muito grande bem antes do desfile, fazendo com que o mesmo já comece a acontecer em nossas cabeças semanas antes de sua entrada na avenida.
Vejamos o caso da Viradouro do Rio de Janeiro: O enredo da escola foi "É de arrepiar" e em especial uma ala iria para a avenida lembrando o Holocausto dos judeus na 2ª Guerra Mundial. A escola criou um carro alegórico com uma pilha de corpos, fazendo alusão aos judeus mortos no Holocausto. A Federação Israelita do Rio de Janeiro entrou na Justiça pedindo a proibição do carro alegórico e da ala alegando que isto seria a banalização do Holocausto. A Justiça realmente proibiu o desfile deste carro e da ala. Particularmente, concordo com a decisão da Justiça, pois um assunto tão triste e delicado da história da humanidade não deve ser tratado dentro de um desfile de carnaval, onde o que reina é a alegria. A própria história do Holocausto já é bastante dolorida para muitos que a viveram e que tiveram seus parentes assassinados em campos de concentração. E por respeito à dor destas pessoas, acho que a figura de uma pilha de corpos não ajudaria em nada à humanidade. A imagem não combinaria com a alegria inerente ao Carnaval.
Não podendo levar o carro para a avenida, a Viradouro transformou o carro em um monte coberto por panos brancos e com pás em sua volta. Ainda em protesto colocou figurantes amordaçados com uma faixa que dizia: "Liberdade ainda que tardia", fazendo alusão à Tiradentes e ainda à decisão da Justiça. Outra faixa ainda trazia o seguinte: "Não se constrói futuro enterrando a História". Com relação à última faixa, penso que a Justiça não está escondendo o passado com sua decisão. Apenas evitando a banalização de uma ferida na história da humanidade. O próprio site da Federação Israelita do Rio de Janeiro traz informações sobre o que foi a triste história do Holocausto.
Mas quanto à exposição da escola foi sensacional. Nas duas últimas semanas o assunto foi veiculado e em todos os meios de comunicação. Nenhuma outra escola de samba conseguiu esta exposição. Um pouco antes do início dos desfiles, durante o programa Fantástico o próprio criador do carro fazia um "teaser" da sua re-criação. Isso resultou num aumento da exposição muito além dos 80 minutos de desfile. Sem dúvida, foi criado um contexto que culminou com a apresentação da escola na avenida.
No final das contas felizmente a Federação Israelita do Rio de Janeiro conseguiu impedir o uso da imagem do Holocausto, e a Viradouro fez o seu protesto. Mesmo assim ambas fizeram as pessoas pensarem no absurdo ocorrido na 2ª Guerra Mundial. Ambas obtiveram êxito. Este é mais um exemplo que sabendo se usar as ferramentas do Marketing Viral podemos alcançar resultados impressionantes. Você concorda? Comente.
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Renato Jannuzzi Cecchettini
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Marketing Viral no MASP
Não ten O exemplo mais característico é o recente roubo das obras de arte do MASP. As obras "Retrato de Suzane Bloch", de Picasso e "Lavrador de Café" de Cândido Portinari, foram furtadas no dia 20 de dezembro em uma ação ao mesmo tempo cinematográfica e absurda. Cinematográfica pela rapidez e engenhosidade e absurda pela falta de segurança do maior acervo de obras de arte da América Latina. Antes deste furto, quem se lembrava do MASP? É difícil promover cultura num país onde as pessoas não dão valor para educação. Ainda mais sem dinheiro para projetos que aumentem a visitação do museu. Esta dificuldade vem de muito tempo. O orçamento do MASP limitou o investimento inclusive em segurança, o que acabou levando ao furto. E o que o MASP ganhou com o furto? O Museu ganhou uma exposição (perdão pelo trocadilho) sensacional. Desde o dia do furto, toda a imprensa vem noticiando cada evolução do caso. Debates com especialistas foram realizados e o problema financeiro do MASP foi apresentado a toda a população. O museu ficou fechado para readequação dos dispositivos de segurança. E agora no último dia 7 de janeiro a Polícia Civil desmontou a quadrilha que furtou os quadros e num happy ending os quadros retornaram ao Museu intactos. Mais uma vez, entrevistas coletivas, notícias e esclarecimentos na imprensa. O Museu será reaberto nesta sexta-feira, dia 11 de janeiro. Provavelmente com muita festa e aumento na visitação. Essa é uma ação de buzz marketing sensacional. Ninguém – a não ser os bandidos – planejou qualquer ação que levasse à divulgação espontânea do MASP e olhem o que aconteceu: 1) A população de todo o Brasil lembrou do MASP ou pelo menos passou a conhece-lo; 2) A diretoria do Museu pôde expor as dificuldades de geri-lo sem recursos; 3) Os governos Estadual e Federal começaram a avaliar a possibilidade de se responsabilizar pela gestão do Museu; 4) A expectativa de visita ao museu sofreu um aumento, com toda certeza; 5) As pessoas do ramo debatem, utilizando a força da imprensa, se o poder público é competente para cuidar do MASP; 6) O público infantil e quem mais não conhecia passou a ter contato com a obra de Cândido Portinari e Pablo Picasso; 7) Outras consequências que vocês podem sugerir nos comentários; Essa ação aconteceu sem planejamento. Buzz Marketing ou Marketing Viral pode acontecer sem planejamento. E lembrando o ditado: "Se a vida te der um limão, faça uma limonada. E se der, faça uma Caipirinha que é muito melhor".
ho dúvida nenhuma que o Marketing Viral ou Buzz Marketing é uma ferramenta altamente eficaz quando bem planejada. Mas as empresas não podem perder a oportunidade de se aproveitar dele quando a Providência Divina – ou o Universo, como queiram – conspiram a nosso favor. Planejamento é muito importante, mas é também é imprescindível que se esteja preparado para eventuais oportunidades.
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Renato Jannuzzi Cecchettini
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quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Seu Dinheiro em 2007 (1)
Mais um ano começa e como de costume vamos dar uma olhada no retrovisor. Olhar no retrovisor nos ajuda a tentar formar um cenário para 2008. Abaixo seguem alguns dados colhidos no Valor Econômico e no Uol Economia de índices no ano de 2007. Índice % (2007) Selic 11,88 CDI 11,81 CDB 11,87 Poupança 7,70 Ibovespa 43,65 Dólar Comercial Ptax -17,15 Dólar Paralelo -18,07 Euro -7,31 Fundo Petrobras FGTS 88,06 Fundo CVRD FGTS 86,48 IGPM 7,75 IPC-S 4,60 Grupo Alimentação (IPC-S) 10,65 Grupo Habitação (IPC-S) 1,97 Grupo Vestuário (IPC-S) 0,99 Grupo Saúde e Cuidados Pessoais (IPC-S) 4,18 Grupo Educação, Leitura e Recr.(IPC-S) 3,94 Grupo Transportes (IPC-S) 1,35 Grupo Despesas Diversas (IPC-S) 3,84 Agora deixo por conta dos leitores deste blog a incumbência de criar seus cenários econômicos. Alguns ingredientes a serem considerados: Fim da CPMF, aumento de CSLL dos bancos e do IOF de operações de crédito, ano eleitoral, barril de petróleo a US$ 100, subprimes dos Estados Unidos e mais outras coisas que vocês lembrarem. Postem aqui suas projeções para discutirmos.
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Renato Jannuzzi Cecchettini
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quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Velocidade das mudanças
Haja resiliência para acompanhar tantas mudanças!
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Renato Jannuzzi Cecchettini
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14:33
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Nós do gás
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Renato Jannuzzi Cecchettini
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quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Gávea+Harvard=(Investimento em Educação)2
Duas notícias da Folha Online - uma do dia 11 e outra do dia 12 de dezembro - se somadas fazem com que possamos construir um cenário bastante promissor e chegarmos a conclusões interessantes:
O banco de investimentos Gávea, do ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, está mudando seu perfil, diversificando seus investimentos além do mercado de capitais parainvestimentos em empresas reais. O banco investiu na aquisição da operação do MacDonalds na América Latina, adquiriu a empresa CIE de entretenimento e também comprar parte da Ideal Investments que concede e gerencia crédito educativo.
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Renato Jannuzzi Cecchettini
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13:42
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Crescimento do santiprotettori.com
Na semana passada eu postei um comentário sobre a empresa santiprottetori.com que começou a vender santinhos baixados por celular na Itália. Pois bem, o negócio já cresceu e entrou nos Estados Unidos, buscando a população católica daquele país. Visite o site http://www.santiprotettori.com/ e veja.
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Renato Jannuzzi Cecchettini
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08:57
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terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Coincidências no mercado publicitário
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14:05
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segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Quer pagar quanto?
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Renato Jannuzzi Cecchettini
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09:28
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quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Santinhos no Celular

Essa é sensacional! Uma empresa na Itália está vendendo santinhos por SMS. O site da empresa santiprotettori.com tem o catálogo dos santos disponíveis. Por enquanto são 15 santos.
Santa Luzia, São Cristovão e Santo Pio de Petralcina são um deles. Você envia a mensagem de texto e recebe a imagem do santo no seu celular.
A Igreja não gostou, por achar uma distorção das coisas sagradas. A proprietária da empresa, Barbara Labate, de Milano, rebate dizendo que tudo está sendo com o máximo respeito. Labate diz que a diferença dos santinhos de papel é apenas a utilização de outro meio: Ao invés do santinho de papel na bolsa ou na carteira, o santinho é carregado por meio digital no celular. O preço da imagem é de 3,00 Euros.
A notícia saiu no site do Estadão. É a tecnologia invadindo também a prática religiosa.
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Renato Jannuzzi Cecchettini
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00:42
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terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Aumento da expectativa de vida
O IBGE divulgou ontem um estudo que mostra o aumento da expectativa de vida do brasileiro. Hoje á média brasileira é de 72,3 anos. Em todo o mundo a expectativa de vida tem aumentado mais em alguns países e menos em outros. Mas de uma maneira geral ela tem aumentado. Estou escrevendo um artigo sobre isso e assim que for publicado eu informarei. Este assunto me faz pensar muito, pois como já passei – há pouco tempo – dos 40 anos, a questão me diz respeito. Em que ajuda o aumento da longevidade às pessoas? Não que eu seja contra o seu aumento, mas o que ganhamos com isso? Ganhamos mais tempo de vida, sem dúvida, mais tempo em contato com nossa família e amigos. Mas o aumento da expectativa de vida irá gerar uma maior necessidade de recursos para a previdência. Tanto a pública como a privada. O aumento da longevidade nos fará aproveitar mais a aposentadoria ou fará com que tenhamos que trabalhar por mais tempo? A inversão na pirâmide etária irá fazer com que faltem trabalhadores jovens em determinadas áreas. E como serão cobertas estas vagas? Como o modelo de produção hoje utilizado por setores intensivos em mão-de-obra irá se adaptar? E você? O que você acha? Você pretende se aposentar e começar a "curtir" a vida quando?
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Renato Jannuzzi Cecchettini
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13:19
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