quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Nós do gás

Em primeiro lugar, gostaria de pedir desculpas aos leitores deste blog pela ausência de novos posts. Principalmente aos leitores de São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas e Recife que tem visitado assiduamente o Empresabilidade. Estive ocupado com outros assuntos a semana toda.
Com relação ao título deste post, no último dia 18 a ministra-chefe da Casa Civíl, Dilma Roussef compareceu em audiência na Câmara dos Deputados. A ministra deixou clara a sua opinião de que o gás que hoje é comprado da Bolívia não deveria ser utilizado em veículos. A sua posição é que já que existem biocombustíveis como etanol e biodiesel, o gás deveria ser distribuído para a indústria, pois ela irá fazer melhor proveito para a economia do país. Matéria sobre isso está no site do jornal Valor Econômico. Na opinião da ministra houve falta de planejamento do governo anterior (período FHC) na questão do gás.
Mas eu pergunto: Isso é o que deveria ser planejado, ou a posição da ministra deveria ser parte de um plano contingencial?
É claro que a situação não é confortável para ninguém. A escassez do gás em função da falta de investimentos da Petrobras na Bolívia, aliada a um período longo de estiagem pode levar a problemas sérios. Quem deve ter prioridade? As usinas termoelétricas, as indústrias, as residências ou a frota de veículos adaptados?
É um cobertor muito curto. Se se cobre a cabeça, até o joelho fica exposto. Acontece que este tipo de nó, que já batizou-se de "apagão" acontece em vários setores.
E você? Qual a sua opinião sobre este asunto? Quem deveria ter prioridade na distribuição do gás? Comente.

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