Clayton Christensen, autor de cinco best-sellers sobre novas tecnologias fez uma palestra bastante interessante sobre Inovação de Ruptura. Segundo Christensen a ruptura deve buscar produtos que busquem os não-clientes. Por serem clientes menos sofisticados aceitam produtos mais simples e mais baratos. Como exemplo ele usou o setor de televisores e rádios de mesa dos anos 50 que utilizavam tecnologia de válvulas ao invés de transistores. As empresas que fabricavam aparelhos auditivos desenvolveram a tecnologia que chegou aos rádios de bolso e TV´s portáteis. Deste ponto elas evoluíram para as TV´s modernas. Nos anos 50 se os concorrentes tentassem desenvolver imediatamente uma TV com transistores não teria conseguido, pois os players da época eram muito mais fortes. Assim como Michael Porter, Christensen compartilha da idéia de Michael Porter, que não se deve competir na mesma categoria de produtos de setores já estabelecidos. Deve-se buscar a inovação de ruptura, que normalmente é simplificadora de processos. terça-feira, 11 de novembro de 2008
ExpoManagement 2008 – Clayton Christensen
Clayton Christensen, autor de cinco best-sellers sobre novas tecnologias fez uma palestra bastante interessante sobre Inovação de Ruptura. Segundo Christensen a ruptura deve buscar produtos que busquem os não-clientes. Por serem clientes menos sofisticados aceitam produtos mais simples e mais baratos. Como exemplo ele usou o setor de televisores e rádios de mesa dos anos 50 que utilizavam tecnologia de válvulas ao invés de transistores. As empresas que fabricavam aparelhos auditivos desenvolveram a tecnologia que chegou aos rádios de bolso e TV´s portáteis. Deste ponto elas evoluíram para as TV´s modernas. Nos anos 50 se os concorrentes tentassem desenvolver imediatamente uma TV com transistores não teria conseguido, pois os players da época eram muito mais fortes. Assim como Michael Porter, Christensen compartilha da idéia de Michael Porter, que não se deve competir na mesma categoria de produtos de setores já estabelecidos. Deve-se buscar a inovação de ruptura, que normalmente é simplificadora de processos.
Postado por
Renato Jannuzzi Cecchettini
às
23:27
Assinar:
Postar comentários (Atom)
0 comentários:
Postar um comentário